o photoshop dos videos?

Amanda me mandou essa dica que eu achei bem legal pra compartilhar: pesquisadores da Universidade de Washington desenvolveram um software que consegue melhorar um vídeo a partir de fotos tiradas do mesmo local.

Using Photographs to Enhance Videos of a Static Scene from pro on Vimeo.

Vejam a matéria no Engadget: Video tech uses photos to enhance, alter shots: it’s the Photoshop of video, and no one is safe – Engadget.

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aprenda línguas online

A Torre de Babel, de Pieter Brueghel

A Torre de Babel, de Pieter Brueghel

quem é meu amigo sabe que eu sou meio tarado por línguas. (quem não é amigo vai achar essa frase muito estranha…). falo inglês, estou fazendo aulas de francês e já comecei a aprender espanhol, alemão, italiano, japonês, esperanto… sim, babel seria minha cidade preferida.

fiquei contente ao ver no blog do amigo racum uma página com uma generosa seleção de sites que oferecem lições e ajuda para quem quer aprender outras línguas.

tem pra todos os gostos: desde os básicos inglês e espanhol até os mais divertidos, como russo, japonês e bahasa indonésia. já que a maioria desses sites usa o inglês como língua de base, dá pra matar dois coelhos com uma caixa d’água só, né? olha que bom!

eu mesmo já tinha acompanhado por um tempo um de japonês, o japanesepod101.com e posso dizer que é muito bem feito! parece que a mesma turminha fez vários sites, para línguas diversas. quem conferir algum deles, depois me conta como foi.

valeu, racum!

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ela é caiçara!

YouTube – BSS – BETINA BOTOX.

ontem, estávamos miki e eu no ônibus, indo da ponta da praia para o boqueirão, quando entra uma criatura tipo assim a própria betina botox, versão adolescente do teatro vendendo cartão “na frente uma linda imagem, atrás uma maravilhosa mensagem”. tirando a cara pintada de gatinho, era a própria betina botox. não acreditei.

eu quis fazer o outing dela no veículo, mas fiquei com medo de represálias.

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momento de saudosismo e rebeldia

luciana e eu conversando sobre como deve ser bom ser um gato e eu me lembrei disso aqui:

YouTube – Os Saltimbancos Trapalhões – História de uma Gata.

de vez em quando dá uma vontade animal de sair da coleira e ir pra rua.

em tempo: os trapalhões faziam muitas coisas legais naquela época, né? sodade.

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An Introduction to Digital Photography

Um guia bem interessante para quem (como eu) comprou uma câmera digital e não sabe o que fazer com a bagaça.

read more | digg story

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eu sou o doraemon

Image via Wikipedia

descobri que sou fã desesperado de dorayaki.

posso dizer com certeza que, pra mim, dorayaki é melhor que bomba de chocolate. sério.

só pra piorar (ou melhorar, sei lá), descobri que aqui perto do trabalho tem uma mercearia japonesa onde encontro dorayaki fresquinho. um perigo, enfim.

vejam a que ponto chega a doideira da pessoa: já combinei com minha amiga miki de irmos à feirinha da liberdade pra comer gostosuras recheadas com doce-de-feijão. não contente, eu inventei de fazermos doce-de-feijão em casa. achei até a receita de anko e de manju pra gente fazer um dia.

acho que logo, logo eu vou virar um gato-robô azul sem orelhas.

p.s.: e pra quem ficar de frescura que “doce-de-feijão é nojento”, eu digo que vá catar feijão azuki na ladeira.

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estou de férias. ou quase.

viajei pra casa da minha mãe duas vezes, onde só fiz comer e dormir, como planejado. ainda vou voltar pra lá na semana que vem e aproveitar os últimos dias de férias. comendo e dormindo, claro.

ok, eu li “o sol também se levanta”, do hemingway, e gostei muito. isso foi na pausa entre comer e dormir. (sério).

quando estou em são paulo, eu como, durmo e trabalho. (entendeu o título do post?)

mas tem um problema: há algum tempo postei que eu não sou o menino maluquinho. hoje tive de desistir de um frila que eu estava muito a fim de fazer, um site pra um amigo. isso só confirma que eu não sou fiote do ziraldo, por mais que eu queira.

não acreditem no porquinho, estou bem chateado por ter desistido desse frila.

acho que só assim pra eu quebrar o silêncio desse blog.

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dntel

fabio:
oi

Anderson Bordim is online.

fabio:
vc conhece uma banda que chama dntel?
é de um cara do postal service (que não deve fazer outra coisa que não criar bandas, muitas)

Sent at 12:24 PM on Tuesday

fabio:
achei essa bonita:

Anderson:
não conheço fofo.
vou ver

fabio:

tem ringtones no site dele! :D
http://www.dntelmusic.com/index.html
acho que vou blogar essa nossa conversa… hehehe!

Sent at 12:27 PM on Tuesday
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migucha is back, all right!

depois de semanas sem dar notícias, resolvi passar por aqui pra dar uma mostra de “sim, estou vivo” e falar (em terceira pessoa) do nosso assunto preferido: a migucha querida!

pitchi.jpg

sassê vai rapidamente até a copa da firma pegar água e com quem se encontra? sim, ela, a nossa mais amada personagem!

ela estava comentando com o amigo inseparável (aquele, da paciência de jó) que não tinha gostado do show da pitchi (N. do T.: notem a transcrição fonética!).

(neste momento, orelhas parabólicas de sassê passam a registrar toda a conversa).

nossa amiga migucha estava indignadíssima, reclamando que a cantora parecia estar cansada e com total preguiça de cantar.

(sassê pensa: “que diferença isso faz?!?!”).

palavras de migucha: “ela devia arranjar uma outra banda! a do capital inicial tava fantástica!”

(sassê acha que capital inicial não cheira nem fede, então não é termo de comparação. mas enfim, em se tratando da pitchi, qualquer coisa é coisa.)

resposta do amigo inseparável (aquele, da paciência de jó): “ah, eu até gosto da pitchi, não acho que tava tão ruim…”

(sassê pega o copo d’água sem nem terminar de encher e foge da copa. sassê ainda está estupefato por descobrir que na verdade o amigo inseparável da migucha não tem aquela paciência de jó que o sassê acreditava que ele tivesse. o que ele tem é muita afinidade pela migucha!!! sassê pára de achar o amigo um coitado e passa a considerá-lo um migucho nível A+ com estrelinhas.)

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carreira, futuro, realização e outras coisas desprezíveis

essa história de desenhar e inventar coisas (layouts, logos, infográficos, whatever) me bota pensando. e não é qualquer dia que estou todo feliz e cheio de idéias novas, daí as coisas inventadas saem bem medíocres. ontem foi um desses dias.

não dá pra sair ileso de um dia desses. poxa vida, são meus fiotes e, por mais simples que seja, eu quero que fique o melhor que eu consigo fazer naquela hora! dá pra enganar qualquer outra pessoa, menos o pai da criança. juro. eu já tentei e não funciona.

com tudo isso na cabeça, cheguei em casa e achei um livro que li faz um tempo e me ajudou a tirar um tanto de minhocas da cabeça. (deus sabe que tem muitas por lá ainda, mas vamos atacar um canteiro por vez!)

segue um trecho que casa direitinho com o que eu estava pensando:

[...] if there were an ongoing redefinition of “what chess is”, you’d probably feel a little uneasy trying to play chess. Of course you could always stick with the game by limiting yourself to a few easy moves you’ve seen work for others. Then again you might conclude that since you weren’t sure yourself what chess was, you weren’t a real chess player and were only faking it when you moved the pieces around. You might secretly come to believe that you deserve to lose. In fact, you might even quit playing entirely. If the preceding scenario sounds farfetched vis-a-vis chess, it remains discouragingly common vis-a-vis art.

But while you may feel you’re just pretending that you’re an artist [ou um designer], there’s no way to pretend you’re making art. Go ahead, try writing a story while pretending you’re writing a story. Not possible. Your work may not be what curators want to exhibit or publishers want to publish, but those are different issues entirely. You make good work by (among other things) making lots of work that isn’t very good, and gradually weeding out the parts that aren’t good, the parts that aren’t yours. It’s called feedback, and it’s the most direct route to learning about your own vision. After all, someone has to do your work, and you’re the closest person around. [...]

Art & Fear, Observations On The Perils (and Rewards) of Artmaking.

isso tudo me lembra uma frase que li outro dia. ficou morando no meu msn por algum tempo, mas não o bastante pelo jeito.

Inspiration is for amateurs. I just get to work.

Chuck Close

em outras palavras, pára de ficar pensando tanto. senta a bunda e faz. simples, assim, e funcionou todas as outras vezes que me bateu essa TPM profissional.

pra terminar, uns pensamentos que moram na parede do escritório lá em casa. é onde coloco as coisas para as quais eu deveria olhar todo dia.

how to feel miserable as an artist

se eu realmente lesse o que eu coloquei lá na parede eu parava de mimimi.

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