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	<title>uai, note: &#187; graham greene</title>
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	<description>eu queria ser o menino maluquinho</description>
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		<title>A tonalidade azul do queijo</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Jul 2009 13:48:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sasse</dc:creator>
				<category><![CDATA[visto por aí]]></category>
		<category><![CDATA[graham greene]]></category>
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		<category><![CDATA[realidade]]></category>

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		<description><![CDATA[— O senhor se interessa por uma pessoa, não pela vida &#8211; e as pessoas morrem ou nos deixam, sinto dizê-lo. Não refiro à sua esposa. Mas, quando nos interessamos pela vida, ela nunca nos desaponta. De minha parte, me interesso pela tonalidade azul do queijo. O senhor não é adepto das palavras cruzadas, não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_489" class="wp-caption alignnone" style="width: 460px"><img class="size-medium wp-image-489" title="Havana" src="http://why.not.br/wp-content/uploads/2009/07/havana-450x282.jpg" alt="Havana, Cuba" width="450" height="282" /><p class="wp-caption-text">Havana, Cuba</p></div>
<blockquote><p>— O senhor se interessa por uma pessoa, não pela vida &#8211; e as pessoas morrem ou nos deixam, sinto dizê-lo. Não refiro à sua esposa. Mas, quando nos interessamos pela vida, ela nunca nos desaponta. De minha parte, me interesso pela tonalidade azul do queijo. O senhor não é adepto das palavras cruzadas, não é mesmo, sr. Wormold? Eu sou, e digo que são como as pessoas; todas chegam a um fim. Posso terminar qualquer palavra cruzada dentro de uma hora, mas tenho uma ideia sobre a tonalidade azul do queijo que jamais chegará a uma definição &#8211; embora, naturalmente, seja normal sonhar que algum dia, talvez&#8230; Qualquer dia desses levarei o senhor até o meu laboratorio.</p>
<p>— Preciso ir embora, Hasselbacher.</p>
<p>— Devia sonhar mais, sr. Wormold. A realidade, em nosso século, não é algo que se deva enfrentar.</p></blockquote>
<p><strong>Nosso homem em Havana</strong>. Graham Greene. Coleção L&amp;PM Pocket, vol. 649, L&amp;PM Editores, Porto Alegre, RS. 2007. p. 11. Tradução de André de Godoy Vieira.</p>
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